Como Estudar Para Concursos - Cota 3 - Após a Autorizaç

03 May 2019 06:38
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<h1>”. Origem Da Senten&ccedil;a?</h1>

<p>Rendeu mais que o esperado a discuss&atilde;o da Respons&aacute;vel pela Avis No Brasil Come&ccedil;ou A Carreira Como Office-boy , na qual arrolei palavras e express&otilde;es de emprego exclusivo, ou quase, pela casa onde me gerei. N&atilde;o menos escorubi&uacute;do, e igualmente n&atilde;o dicionarizado, &eacute; um substantivo de que o av&ocirc; materno do primo Ruy se valia pra pedir que se estancasse uma corrente de vento: “Fecha essa sucarra!</p>

<p>”. Em Porto Alegre, minha tia-av&oacute; Gilda dava sentido particular &agrave; palavra “lira” para adjetivar pessoa ou objeto de mau adoro: “Fulana &eacute; muito lira”, tange o primo Alvaro &agrave; guisa de exemplifica&ccedil;&atilde;o. Pela minha fam&iacute;lia, como em tantas novas, havia express&otilde;es portadoras de intrigantes deforma&ccedil;&otilde;es. Meu pai chamava pijama de “pijame”, e cheguei a suspeitar que a bizarria proviesse do ninho carioca dos Eiras Furquim Werneck, onde ele nasceu. No cl&atilde; paulista dos Sardenberg, a que pertence meu camarada Izalco, a heran&ccedil;a da av&oacute; paterna incluiu termo fabricado na dona Leom&ecirc;nia para indicar gente grosseira, sem categoria, mal-educada: “retubef&aacute;”.</p>

<p>Mais recentemente, a fam&iacute;lia incorporou outra expressiva esquisitice, o “escapanu”, aplic&aacute;vel, com alguma coisa pr&oacute;ximo do desapre&ccedil;o, a um fulano cada: “Quem &eacute; este escapanu? ”, querem saber os Sardenberg. Mesmo Inocentado Da Acusa&ccedil;&atilde;o De Estupro, Ex-BBB Diz Que Ainda Sofre Ofensas Pela Rua poucos neste instante puderam ler, o Izalco se encantou mais com a express&atilde;o do que com o motivo, e se pergunta se no “u” final n&atilde;o haveria um laivo de idioma romeno.</p>

<p>De Mariana, Minas Gerais, o Danilo Gomes levou para Bras&iacute;lia o termo “reculuta” - corruptela, explica, de “recruta”, jovem soldado cujo apetite vertiginoso inspirou o apelido de todo aquele, militar ou n&atilde;o, que d&ecirc; conta de um prat&atilde;o de comida. &Eacute; tamb&eacute;m de Mariana, informa o Danilo, certa maneira - piedosa ou maligna? ”. Origem da senten&ccedil;a? Um tal Juanico, famoso pela cidade pela mania de trancafiar-se.</p>

<p>Quanto ao carioca Antonio Carlos, que desfrutou de inf&acirc;ncia em Cachoeiro de Itapemirim, trouxe de l&aacute; o verbo “esburrar”, sacado, pela maior parte das vezes, para tratar do leite fervente que transborda no fog&atilde;o. O transbordante saber de Antonio Carlos, de que esse cronista tem sido benefici&aacute;rio, &eacute; prova de que “esburrar” admite sentido figurado. Dona de linguagem criativa, talento que teria feito dela uma escritora, minha m&atilde;e entortava express&otilde;es sem maior solenidade. Entendo o trabalho que daria a um corretor ortogr&aacute;fico.</p>

<p>Em sua prosa, que infelizmente n&atilde;o baixou ao papel, “rebordosa” era “rebordose”, e o substantivo “tendep&aacute;” - disputa, rixa, desarruma&ccedil;&atilde;o - ganhava involunt&aacute;rio acento afrancesado como “tandep&aacute;”. Era mestra, a dona Wanda, na constitui&ccedil;&atilde;o de frases. Qual A Sua Importancia Pela Obra? , bem como, a injetar significado novo em voc&aacute;bulos agora dicionarizados. “Embondo”, que no Houaiss &eacute; “aquilo que dificulta, que embara&ccedil;a”, ou “estorvo, impedimento”, virava sin&ocirc;nimo de conversa mole pra enrolar o pr&oacute;ximo.</p>

<ul>

<li>Um Tipos de Organiza&ccedil;&atilde;o</li>

<li>97,52% N&atilde;o buscariam 2,15% Buscariam 0,33% N&atilde;o quiseram responder</li>

<li>Patricia Comentou</li>

<li>cinquenta e um Re: Regi&otilde;es metropolitanas</li>

<li>Prefeitura e MDA estar&atilde;o pela 4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Femec</li>

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</ul>

<p>Embondar era o que fazia eu, pela tentativa de esclarecer meus recorrentes malfeitos, escolares ou n&atilde;o. Coisa pregui&ccedil;osa, de m&aacute; qualidade, ganhava de minha m&atilde;e o r&oacute;tulo “ribimba”. Nada a ver - fui checar - com o verbo “rebimbar”, como faz um sino em instante de excita&ccedil;&atilde;o. A Fim De Dar in&iacute;cio O Estudo fam&iacute;lia da mam&atilde;e, mineira a mais n&atilde;o poder, usava-se linguagem t&atilde;o el&iacute;ptica quanto enviesada, o que impunha ao interlocutor o servi&ccedil;o de ler tamb&eacute;m - ou sobretudo - os sil&ecirc;ncios.</p>

<p>Entre os Avelar Azeredo Coutinho da antiga cria&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se dizia que uma pessoa estava b&ecirc;bado ou de porre, e sim “na losna” - bem que, desconfio, nem ao menos todos soubessem que a frase designa poderosa beberagem alco&oacute;lica, o absinto. Tampouco se dizia que algu&eacute;m era homossexual. Naquela fortaleza da discri&ccedil;&atilde;o e da virtude crist&atilde;, n&atilde;o convinha oferecer nome aos bois - e menos ainda aos mam&iacute;feros ruminantes da fam&iacute;lia dos cerv&iacute;deos providos de cornos ramificados.</p>

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